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Deolane Bezerra: influencer já foi alvo de buscas e presa em 2024; relembre

influenciadora digital Deolane Bezerra voltou a ser presa nesta quinta-feira (21) durante a operação Policial Vérnix, deflagrada pela Polícia Civil e Ministério Público de São Paulo contra lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

A investigação começou em 2019, quando bilhetes e manuscritos foram apreendidos pela Polícia Penal na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior paulista, em poder de dois sentenciados. Segundo a investigação, o esquema envolve uma empresa sediada na cidade do interior paulista.

Deolane Bezerra passou as últimas semanas em Roma, na Itália, e retornou ao Brasil nesta quarta-feira (20), um dia antes de ser presa.

No entanto, essa não é a primeira polêmica da influenciadora envolvendo prisões e Justiça. Deolane Bezerra já foi alvo de operações e também de prisão.

Relembre os processos que envolvem a influenciadora

Julho de 2022

Deolane foi alvo de outra operação e teve bens apreendidos em julho de 2022. Na ocasião, a empresária teve dois carros de luxo e joias confiscadas pelas autoridades. Os itens foram restituídos cinco meses depois.

Os policiais cumpriram ordem judicial de busca e apreensão a fim de coletar provas para o inquérito que investigava influenciadores que fizeram publicidades para uma empresa de bet, que atua no segmento de jogos e apostas esportivas on-line. Na época, um carro avaliado em R$ 1 milhão e joias foram levados da mansão.

Na época, a influenciadora publicou uma nota afirmando ser inocente e a disse que sempre cumpriu a lei - afirmando ainda: "Repudiamos e tomaremos as providências cabíveis contra qualquer tentativa de sensacionalismo que tentem vincular a imagem da Deolane Bezerra a condutas delituosas".

Fevereiro de 2024

Em fevereiro de 2024, a Polícia Civil do Rio de Janeiro passou a investigar a possível ligação da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra com traficantes no Complexo da Maré.

A suspeita surgiu após a advogada publicar fotos e vídeos em sua conta do Instagram usando um cordão de ouro atribuído a um chefe do tráfico local, Thiago da Silva Folly,. Conhecido como TH, ele é um dos líderes do Terceiro Comando Puro (TCP) e foragido da Justiça.

Na época, a influenciadora enfrentou uma onda de críticas e especulações após a divulgação das imagens. Em resposta, Deolane admitiu o uso do cordão em uma visita ao Complexo da Maré, especificamente no Baile da Disney, evento tradicional da comunidade.

“Fui ao Complexo da Maré ontem, no Baile da Disney (…) fui bem recebida, não gastei um real, bebi que só o ca****, saí 10 horas da manhã, tirei foto com geral, com cordão, sem cordão. Botaram cordão em mim, tiraram e poucas… Eu sou isso, eu vim da favela e vou continuar indo”, disse ela na ocasião.

Setembro de 2024

Em setembro de 2024, Deolane foi presa em função das investigações da Operação Integration. A influenciadora foi acusada de criar um site de apostas para lavar dinheiro de jogos ilegais, segundo a Polícia Civil de Pernambuco.

A ação foi desencadeada contra uma quadrilha suspeita de movimentar cerca de R$ 3 bilhões num esquema de lavagem de dinheiro de jogos de azar.

Deolane chegou a ser beneficiada por um habeas corpus, mas foi presa um dia após descumprir a medida cautelar que a proibia de se manifestar por meio de redes sociais e a imprensa. Ao deixar a prisão, ela deu entrevistas e conversou com fãs em frente ao presídio em que estava detida.

Ela ficou presa na Colônia Penal Feminina de Buíque (PE) e foi beneficiada por um habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

Fonte: Band.
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