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João fala de comparações com Faustão: "Não vou chegar a 5% do que ele foi"
Reprodução/Instagram @joaosilva

João Silva comentou as frequentes comparações com o pai, o apresentador Fausto Silva, conhecido como Faustão, de 76 anos. Em entrevista ao podcast Charla, o jovem falou sobre a influência do comunicador em sua trajetória, reconheceu as oportunidades que recebeu por ser filho de uma das maiores referências da televisão brasileira e afirmou que não se sente pressionado a repetir o sucesso do patriarca.

Durante a conversa, João destacou a dimensão da carreira construída pelo pai e afirmou que não considera justo estabelecer uma disputa entre as trajetórias dos dois.

“Não existe comparação quando teu pai é uma das maiores referências da história. É muito louco. Eu nunca vou chegar nem perto, nem a 5% do que ele foi. Então, esse tipo de comparação não passa pela minha cabeça e não me afeta. Se me colocarem ao lado dele, já fico feliz”, afirmou.

A relação de João com a televisão começou ainda na infância, quando acompanhava Faustão nos bastidores do Domingão do Faustão, na TV Globo. Anos depois, decidiu seguir o mesmo caminho profissional. Na Band, trabalhou ao lado do pai no Faustão na Band e, em 2023, ganhou seu próprio espaço com a estreia do Programa do João.

João Silva fala sobre expectativas para a carreira

Na entrevista, o apresentador também fez uma comparação com os filhos de grandes jogadores de futebol para explicar por que não estabelece como objetivo alcançar os mesmos feitos do pai. Segundo ele, suas ambições profissionais são diferentes e estão relacionadas à construção de uma carreira própria.

“Eu não preciso ganhar a Bola de Ouro nem a Champions League. Ser campeão brasileiro, ganhar uma Bola de Prata, ser profissional e viver disso já seria muito”, declarou.

João também ressaltou que considera sua principal responsabilidade preservar a imagem e a trajetória de Faustão, além de contribuir para a continuidade do legado do comunicador. Nesse contexto, reconheceu que o sobrenome teve influência no acesso a oportunidades profissionais.

“Acho que a responsabilidade maior é não manchar a história dele e levar o legado adiante. Reclamar de tudo de bom e dos privilégios que tive seria muita ingratidão”, disse.

“Sou grato por todos os privilégios que tive, inclusive na profissão e pelas portas que se abriram. Tenho que respeitar isso e ter ainda mais responsabilidade. É pegar essas oportunidades e fazer o melhor trabalho possível, sendo um profissional dedicado. Comparação é algo muito distante para mim”, afirmou.

“Eu não me vejo como artista; sou apresentador de TV. Sou um ponto de encontro dos artistas e do entretenimento com a minha audiência, para quem eu trabalho. E acabou”, concluiu.

Fonte: Band.
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