O zagueiro Éder Militão está fora da disputa da Copa do Mundo de 2026. Após sofrer uma grave lesão na coxa, o defensor brasileiro optou por ser submetido a uma cirurgia, o que confirma sua ausência no Mundial.
O procedimento será realizado nesta semana, na Finlândia, sob os cuidados do prestigiado cirurgião Lasse Lempainen, considerado o maior especialista do mundo neste tipo de lesão.
A escolha pela cirurgia
Militão se lesionou durante a vitória por 2 a 1 do Real Madrid sobre o Alavés, pelo Campeonato Espanhol, e o zagueiro tinha duas opções:
- Tratamento conservador: Poderia reduzir a recuperação para apenas cinco semanas, permitindo que ele jogasse a Copa do Mundo. No entanto, o risco de uma nova ruptura era altíssimo.
- Cirurgia: O tempo de afastamento sobe para cerca de cinco meses, mas oferece uma recuperação mais sólida e segura a longo prazo.
Ao priorizar sua carreira futura e a integridade física, Militão abriu mão de disputar o Mundial com a Seleção Brasileira.
Temporada marcada por lesões
As lesões têm sido o maior adversário de Militão nos últimos anos. Esta é a terceira lesão muscular apenas nesta temporada.
- Agosto de 2023: Ruptura no ligamento cruzado do joelho esquerdo (7 meses fora).
- Novembro de 2024: Ruptura completa do ligamento cruzado com danos nos meniscos (8 meses fora).
- Dezembro de 2025: Lesão grave no tendão (4 meses fora).
- Abril de 2026: Nova ruptura na coxa que exige cirurgia e o tira da Copa.
O impacto para a Seleção Brasileira
A ausência de Militão obriga o técnico da Seleção a buscar soluções imediatas para a zaga a poucos meses do Mundial. Considerado um dos melhores defensores do mundo, sua ausência deixará será um grande problema para Ancelotti.
Para o seu lugar, o treinador italiano tem algumas opções, como Fabrício Bruno, Ibañez, Léo Ortiz e Alexsandro, todos convocados pelo treinador durante o ciclo de preparação para a Copa.