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Piovani celebra vitória na Justiça contra condenada pela morte do menino Miguel
Reprodução/Instagram

Luana Piovani celebrou a segunda vitória na Justiça contra Sari Corte Real, condenada pela morte do menino Miguel, que morreu em 2020 em Recife, Pernambuco. A ex-patroa da mãe de Miguel pediu indenização de R$ 50 mil, mas teve o segundo recurso negado.

Pelos stories, Piovani relembrou o caso e celebrou a decisão da Justiça. "Vocês se lembram de Sarí Cortez, que é a condenada pela morte do menino Miguel em Recife? Pois é, ela teve a pachorra de pedir uma indenização, me processou e pediu uma indenização porque não adianta a gente nem imaginar o que foi porque não faz sentido né?", disse.

Ela ainda pediu a prisão de Sarí Cortez, que segue em liberdade após entrar com recurso no Superior Tribunal de Justiça e revisar a pena de sete anos em regime fechado. "Ela é uma pessoa condenada pela morte de uma criança de cinco anos. E hoje tivemos o julgamento da segunda instância. Ganhamos na primeira, ganhamos na segunda instância e é isso", disse.

"Sarí Cortez deve ser presa e pegar a pena máxima de 12 anos, lembrando que ela só pegou oito. E todo em apoio de Mirtes", afirmou Piovani, em apoio para a ex-empregada de Sarí Cortez.

O que motivou o processo?

Sarí Cortez processa Luana Piovani desde que a artista chamou o marido dela, Sergio Hacker, de 'corrupto'. Além disso, a atriz teria pedido para que o casal fosse preso.

Relembre o caso

Miguel Otávio morreu após cair do 9º andar do prédio Píer Maurício de Nassau, residencial de luxo no centro do Recife, em Pernambuco. O crime ocorreu em junho de 2020.

Imagens de câmeras de segurança mostram que Sarí Corte Real, patroa da mãe de Miguel Otávio, não o impediu de entrar no elevador e apertou o botão para ele subir ao 9º andar. Sozinho, o menino chegou a uma área de maquinaria e caiu de uma altura de mais de 35 metros.

Miguel chegou a ser socorrido, mas faleceu. Mesmo naquele momento em que o governo de Pernambuco havia definido que o trabalho doméstico não era essencial por conta da pandemia de Covid-19, Mirtes teve que ir ao serviço para não perder o emprego e a renda.

Segundo o que foi testemunhado e apurado, a empregada foi incumbida de passear com o cachorro da então patroa dela, Sari Corte Real, enquanto a dona da casa fazia as unhas.

Fonte: Band.
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