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Yasmin Brunet detalha tratamento contra depressão: 'Tive quadros intensos'

A modelo Yasmin Brunet detalhou nas redes sociais os cuidados que toma para complementar o tratamento contra a depressão. Em um relato publicado na terça-feira (29), a ex-BBB contou que trata o transtorno desde os 13 anos e que precisa ter rotina e alimentação regradas para conseguir ter uma boa qualidade de vida.

Segundo Yasmin, o primeiro episódio de depressão começou cedo. Ela ainda listou as vezes que teve episódios depressivos. "Depois, com 14, lá pelos 17 de novo, e 20, 21, 22, 23, mais ou até 24, 25 anos também tive bastante ali, uns quadros bem intensos, inclusive. Eu acabava também somatizando muitas coisas e me vinham enxaquecas muito fortes", disse.

Sobre os cuidados que tem para evitar quadros de depressão, Yasmin disse que regular o sono é essencial. "Não é só dormir o suficiente, é você dormir muito tarde, acordar muito tarde. Então, você tem que tentar deixar a sua rotina de sono o mais regrada possível", afirmou.

Yasmin ainda disse que foca na alimentação saudável. "Você não pode se dar ao luxo de comer mal. Quando a gente começa a ficar numa situação que a gente não está se sentindo bem e começa a ficar mais triste, a gente começa a querer aquelas comidas conforto, que geralmente são fast-food", pontuou.

"É muito importante que você dê ao seu intestino, ao seu corpo, ao seu cérebro e a você mesmo comidas de qualidade, comidas que realmente nutram. Isso faz diferença demais quando você está num estado depressivo", afirmou.

A modelo ainda disse que pessoas em tratamento contra a depressão não podem decidir quando parar de se tratar. "Quando a gente está num tratamento psiquiátrico, a gente não pode parar quando quiser, aumentar a dose quando quiser, tomar um pouco mais ou menos. A gente tem que sempre perguntar para o nosso médico se tem que mudar ou aumentar. Não faça isso por conta própria", aconselhou.

Ela ainda falou da necessidade de uma rede de apoio e da proximidade com familiares. "Terapia faz muita diferença, mas se você não puder, pelo menos não deixe de procurar sua rede de apoio. Não deixe de falar com sua família, não deixe de conversar com seus amigos e suas amigas. Não fique com tudo isso guardado dentro de você", disse.

Se precisar, peça ajuda

Qualquer pessoa com pensamentos e ideações suicidas devem buscar acolhimento em uma rede de apoio, como familiares, amigos e educadores, e também em serviços de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços de saúde.

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

Serviços de saúde que podem ser procurados para atendimento:

  • Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde);
  • UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro; Hospitais;
  • Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita)
Fonte: Band.
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